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Acusado de liderar organização criminosa é condenado a 319 anos de prisão

O juízo da 17ª Vara Criminal do Rio condenou o ex-policial militar Antonio Eugênio de Souza Freitas, o Batoré, a um total de 319 anos, nove meses e dois dias de prisão em regime fechado. Ele é apontado como líder de uma organização criminosa responsável por inúmeros crimes praticados na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade. Outras 14 pessoas integrantes do bando também foram condenadas. Entre os crimes praticados pelo grupo estão extorsão com arma de fogo, organização criminosa, lavagem de dinheiro, incêndio e falsidade ideológica. A sentença aponta que Batoré trabalha em sociedade com o traficante Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, do Morro do Dendê. Uma das fontes de renda do criminoso tem relação com a exploração de uma cooperativa de vans. Para isso, segundo a sentença, Batoré conta com amigos e familiares. Testemunhas afirmaram que Batoré tem o costume de levar motoristas que se recusam a pagar as quantias exigidas pela quadrilha para o Morro do Dendê. Parte do dinheiro arrecadado com os motoristas vai para Guarabu, chefe do tráfico na região e que está foragido há 15 anos. Processo 0076551-23.2017.8.19.0001 AB/JM
16/04/2018 (00:00)
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