Controle de Processos

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

Notícias

Newsletter

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 3,74 3,74
EURO 4,37 4,37

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
Dow Jone ... % . . . .

AMB e AMAERJ tratam de temas da magistratura com Cármen Lúcia no Planalto

Os presidentes da AMB, Jayme de Oliveira, e da AMAERJ, Renata Gil, se reuniram nesta sexta-feira (13) com a presidente da República em exercício e do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, no Palácio do Planalto, em Brasília. Foram tratados temas relativos à magistratura, como a questão orçamentária. As associações propuseram um workshop sobre o assunto, com o apoio do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). “A presidente Cármen Lúcia se disponibilizou a realizar esse workshop para os magistrados”, informou Renata Gil, que também é vice-presidente da AMB. Leia também: Cármen Lúcia pauta para 2 de maio julgamento do foro privilegiado AMAERJ apoia Simpósio de Direito em Harvard ‘A jurisprudência não pode ser casuística’, diz Luiz Fux “Tratamos de várias pautas de interesse da magistratura e também do veto ao projeto 7.448, que afeta a Lei de Introdução ao Código Civil e que interessa a todos os magistrados”, disse Jayme de Oliveira. Ainda foi definido que será promovida no STF, em 4 de maio, uma reunião com dirigentes de todas as associações de magistrados. http://amaerj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/VID-20180413-WA0032.mp4 Presidência da República A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) assumiu o cargo na manhã desta sexta-feira (13), antes de o presidente Michel Temer embarcar em viagem oficial para a 8ª Cúpula das Américas, no Peru. Ela será a presidente em exercício até sábado (14), quando Temer retornará ao país. A transmissão do cargo aconteceu na Base Aérea de Brasília. Cármen é a terceira na linha sucessória, já que não há vice-presidente. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, deveriam assumir a Presidência da República, mas, como concorrem a cargos eletivos, não o fizeram. Por causa da Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar 64/90), nos seis meses anteriores ao pleito eleitoral eles não podem exercer um cargo no Executivo. Se o fizerem, se tornam inelegíveis. Com isso, os parlamentares decidiram viajar para o exterior.
© 2018 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia