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Ciclo POR ELAs encerra temporada com êxito de publico e de críticas

No encerramento da programação de sua Agenda Cultural de 2017, o Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) realizou de 24 de novembro a 16 de dezembro, no programa “Teatro na Justiça”, o ciclo POR ELAS - composto por quatorze apresentações da leitura dramatizada da peça homônima e quatro debates com a presença de especialistas sobre o tema. A Sala Multiuso do CCMJ, com lotação para 60 lugares, recebeu durante o ciclo 723 pessoas. A peça foi vista por um público persificado: magistrados, servidores e colaboradores do TJRJ, promotores, defensores públicos, advogados, policiais, psicólogos, assistentes sociais, professores e estudantes do ensino médio e superior, além do público em geral. Durante a temporada, o CCMJ fez agendamento de grupos de até 20 pessoas por sessão e recebeu 15 grupos oriundos de persas instituições e projetos sociais do TJRJ - “Justiça Cidadã” e “Jovem Aprendiz” -, equipe de servidores da Coem, Centros Integrados de Atendimento a Mulher (Ciam), Núcleo de Defesa dos Direitos da Mulher - Defensoria Pública/RJ (Nudem), da Polícia Civil, Escolas Públicas e outros grupos da sociedade civil. Os comentários deixados pelo público que assistiu às sessões da leitura dramatizada da peça mostram que o espetáculo foi bem recebido: “POR ELAS é uma peça linda e emocionante. Apresenta de forma simples e com muita sensibilidade um tema importante e complexo: a terrível realidade da violência contra as mulheres. A peça contém as falas das mulheres que atendi nesses últimos 30 anos, os artigos que escrevi as palestras que fiz” (Cecília Soares, psicóloga, idealizadora do CIAM – Centro Integrado de Atendimento à Mulher). “Um espetáculo simplesmente maravilhoso. Trata o tema da violência contra a mulher com absoluta verdade e sensibilidade. Emocionante! Recomendo!” (Claudia Moraes, Major da Polícia Militar, uma das autoras do Dossiê da Violência Contra a Mulher). “Imperdível a peça “POR ELAS”. Texto brilhante e atuações impactantes! Não se sai indiferente da peça” (Des. André Andrade). “Parabéns, Tribunal de Justiça, pela iniciativa de trazer um tema tão importante a ser debatido pela sociedade. Muito oportuno” (Sem identificação / Pesquisa de Opinião do CCMJ) . “Peça maravilhosa, por favor, levem nas escolas! Parabéns” (Sem identificação / Pesquisa de Opinião do CCMJ). Dos 93 comentários coletados pela pesquisa de opinião realizada pelo CCMJ um, em especial, impactou toda a equipe: “Adorei. Sou mulher e passo por esse tipo de agressão, mas hoje eu acordo pra vida, antes que eu morra também. Amei. Parabéns!” (Sem identificação / Pesquisa de Opinião do CCMJ). Este depoimento reafirma a missão da peça de ser uma ferramenta para informar, sensibilizar e conscientizar o público em relação ao problema da violência contra as mulheres, com o objetivo de contribuir para a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade brasileira. Realizados após quatro sessões do espetáculo, os debates aprofundaram e enriqueceram a reflexão sobre o tema central da peça e tiveram a presença de especialistas: Cecília Soares, psicóloga, responsável pela implantação e coordenação até 2007 do Centro Integrado de Atendimento à Mulher (Ciam); Sandra Ornellas, delegada de polícia, diretora do Departamento Geral de Polícia Técnico Científico (DGPTC); Leila Linhares Barsted, advogada fundadora e diretora da ONG Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Cepia); Letícia Furtado, Defensora Pública, do I Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital; Major Orlinda Claudia de Moraes, da Polícia Militar, integrante da Comissão Especial de Segurança da Mulher do Cedim/RJ e uma das autoras do “Dossiê Mulher”. Durante a realização do ciclo POR ELAS, houve apresentações em homenagem a datas especiais: no encerramento da 9ª Semana da Justiça pela Paz em Casa (24/11); o Dia Internacional pelo Fim da Violência contra a Mulher (25/11); o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres (6/12); o Dia da Justiça (8/12); Dia Internacional dos Direitos Humanos (10/12). A programação também esteve em consonância com as campanhas internacionais: “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher” e “ElesPorElas” (“HeForShe”), promovido pela ONU.
10/01/2018 (00:00)
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