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‘Notícias falsas buscam disseminar desinformação’, diz Rosa Weber

Rosa Weber na sede do TSE, em Brasilia. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADAO A ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse neste domingo, 7, que está preocupada com a disseminação de notícias falsas. O comentário da ministra aconteceu durante reunião no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (Ciccn), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Além da ministra do STF, participaram do encontro a advogada-geral da União, Grace Mendonça, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Leia também: TJ-RJ é pioneiro ao fazer audiências de custódia em fins de semana e feriados Inscrições para simpósio na Espanha estão abertas até dia 16 Conheça a hierarquia da legislação brasileira Rosa Weber, Grace Mendonça e Raquel Dodge cobraram das autoridades de segurança dos Estados que integram o Ciccn um foco especial no combate à disseminação de notícias falsas. O principal caso citado foi o dos vídeos que circulam nas redes e levantam a suspeita que o número de um dos candidatos à Presidência da República não aparece na urnas. A denúncia da suposta fraude chegou a ser disseminada pelo filho de Jair Bolsonaro (PSL), eleito senador pelo Estado do Rio, Flavio Bolsonaro. “Minha preocupação como presidente do TSE é que essas notícias falsas estão buscando disseminar uma desinformação em detrimento da credibilidade da Justiça Eleitoral. Isso é altamente preocupante”, disse a ministra. Para Rosa Weber, é uma “total irresponsabilidade” a pulgação de informações falsas.  “Está havendo montagem de vídeos e de imagens que visam desacreditar uma Justiça que está utilizando um sistema usado há mais de 20 anos sem qualquer caso comprovado de fraude”, disse a ministra. Segundo ela, é preciso dar uma “resposta pronta” para esses casos e identificar os responsáveis por disseminar as informações falsas. “Se não forem coibidas a tempo e com rigor redundam em mal inominável à democracia”, afirmou. Fonte: Estadão
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